"Quando Deus quer uma obra, os obstáculos são meios" (Pe. Júlio Chevalier, mSC)







sexta-feira, 22 de outubro de 2010

PRIMEIROS MOMENTOS DA SEMANA CHEVALIER

NA SEMANA CHEVALIER ACONTECE ENCONTRO VOCACIONAL

O sábado, 16, foi marcado pela temática vocacional. No início deste dia, a oração da manhã foi consagrada à Virgem Maria, através do canto do Ofício da Imaculada Conceição. Logo após o momento orante houve o café e durante toda a manhã deste dia os vocacionados abriram o Encontro Vocacional assistindo "A Missão", um filme britânico de 1986, um drama histórico, dirigido por Roland Joffé. Após o filme com cantos e reflexões foram partilhadas as impressões do mesmo, especialmente no aspecto da vida missionária.

Já à tarde, Pe. Tarcísio,mSC - formador da casa e responsável pela PV(Pastoral Vocacional) no Nordeste, trabalhou a temática do “conhecimento de si, dos valores(qualidades) e da liberdade”. Às 18h deste dia, houve a celebração eucarística presidida pelo mesmo. O dia culminou com uma exposição, adoração e bênção do Santíssimo Sacramento por três horas, das 21h as 00h.

Na manhã do domingo, 17, os vocacionados se encontraram com o Superior Provincial, Pe. Cortez,mSC da Província de São Paulo-SP que abordou a temática da “vocação na Bíblia”, especificamente o chamado (vocação) de Samuel. Foi um momento importante, visto que a temática sintoniza muito a vida de tantos missionários/as.

A tarde do domingo foi de descanso, pois na programação da noite na Matriz de são Cristóvão, houve a celebração uma missa presidida pelo Pe. Cortez,mSC e concelebrada pelos padres João Crisóstomo,mSC e Tarcísio,mSC. Com a participação da comunidade local, seminaristas que animaram a celebração e vocacionados que participaram na proclamação das leituras,etc.

GLAUBÉRCIO VALENTIM - Aspirante MSC

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Comissão para Doutrina da Fé elabora novo subsídio pastoral

Com o objetivo de trabalhar a redação de um novo subsídio doutrinal, cuja temática é “Doutrina, Teologia e Ensino”, a Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina de Fé se reuniu na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nesta segunda-feira, 18.

“O destaque desta reunião se referiu a um assunto de extrema importância para a Igreja, que é a ‘Doutrina, Teologia e o Ensino’. Este trabalho de elaboração de um novo subsídio é destinado aos bispos, professores e alunos dos nossos seminários, pois, a preocupação da Comissão é com a parte teórica da Evangelização, e não apenas com a prática”, afirmou o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, dom Walmor Oliveira de Azevedo.

Ainda segundo dom Walmor, os trabalhos para a conclusão do novo subsídio estão bem adiantados, devendo passar ainda pela comissão de especialistas [teólogos], em fevereiro, para ser lançado na 49ª Assembleia Geral da CNBB, em maio de 2011.

Além do arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor, estiveram presentes à reunião o arcebispo de São Paulo, cardeal dom Odilo Pedro Scherer, o bispo de Lorena (SP), dom Benedito Beni, o bispo de Petrópolis (RJ), dom Filippo Santoro, o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina de Fé, padre Wilson Angotti e o diretor do departamento de Teologia da PUC-RJ, padre Paulo Cezar Costa.

Segundo padre o Wilson Angotti, na ocasião do lançamento do subsídio, será lançado um livro que reunirá todos os documentos da Congregação para a Doutrina da Fé, desde o Concílio Vaticano II até a atualidade.

BRASIL TEM NOVO CARDEAL: Dom Raymundo Damasceno Assis

O papa Bento XVI anunciou, nesta quarta-feira, 20, a nomeação de 24 novos cardeais entre os quais o brasileiro, dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP) e presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam). Com sua nomeação, o Brasil passa a ter nove cardeais, dos quais seis são eméritos.

Dos 24 novos cardeais, 20 têm menos de 80 anos e são eleitores. O Consistório de criação dos novos cardeais será no dia 20 de novembro. Este será o terceiro Consistório do pontificado de Bento XVI e os cardeais chegarão a um total de 203, dos quais 121 eleitores.

Dom Damasceno, que participa em Roma do Sínodo para os bispos do Oriente Médio, tem 73 anos e foi secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) por dois mandados (1995 a 1998 e 1999 a 2003).

Mineiro de Capela Nova, o novo cardeal foi ordenado padre no dia 19 de março de 1968 para a arquidiocese de Brasília (DF). Nomeado bispo auxiliar de Brasília em 1986, recebeu a ordenação episcopal no dia 15 de setembro do mesmo ano e adotou como lema “Na alegria do Senhor”. Em janeiro de 2004, foi transferido para a arquidiocese de Aparecida.

Com pós-graduação em Filosofia da Ciência pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), dom Damasceno fez a filosofia no Seminário Maior de Mariana (MG) e teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Atividades de dom Damasceno como bispo.
Bispo Auxiliar de Brasília-DF (1986-2004); Vigário-Geral e Vigário Episcopal na Arquidiocese de Brasília-DF; Professor do Departamento de Filosofia da UnB (1976-1991); Secretário-Geral do CELAM (1991-1995); Secretário-Geral da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano (Sto. Domingo); Secretário-Geral da CNBB (1995-1998) e (1999-2003); Delegado ao Sínodo Especial para a África, Sínodo sobre a vida religiosa, como convidado; Delegado à Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos para a América por eleição da Assembléia da CNBB e confirmado pelo Papa João Paulo II (1997); Membro do Pontifício Conselho para as Comunicações; Membro do Departamento de Comunicação do CELAM; Membro da Comissão para a Comunicação, Educação e Cultura da CNBB (2003-2007); Delegado do CELAM (2007); Presidente do CELAM; Membro da Pontifícia Comissão para a América Latina-CAL (2009); Sínodo para a África (2009).

domingo, 17 de outubro de 2010

CRISTÃOS DE OUTRAS CONFISSÕES VEEM NO SÍNODO UM EVENTO DE UNIDADE

Representantes de diferentes Igrejas cristãs não católicas que participam na assembleia do Sínodo dos Bispos para ao Oriente Médio como “delegados fraternos” tomaram a palavra nessa sexta-feira e reconheceram que o evento é um sinal de unidade ecumênica.

O bispo Shahan Srkissian, primaz dos armênios na Síria, afirmou que esta assembleia episcopal é considerada pela máxima autoridade dessa Igreja, Sua Santidade Aram I, “como o sínodo de todas as Igrejas do Oriente Médio, pois vivemos nas mesmas condições, partilhamos os mesmos problemas e nos encontramos ante os mesmos desafios”.

“Portanto, temos de nos concentrar conjuntamente na presença e no testemunho no Oriente Médio e nos consagrarmos juntos a reorganizar e renovar nosso compromisso e nossa missão.”

O representante armênio considerou como prioridade “manifestar mais concreta e claramente a unidade das Igrejas, que constitui hoje mais que nunca um imperativo para o Oriente Médio. A respeito das diferenças eclesiológicas, as Igrejas devem estar sempre juntas, devem fazer juntas seu planejamento e devem atuar juntas”.

Propostas
O metropolitano de Aleppo (Síria), Mar Gregoios Yohanna Ibrahim, do Patriarcado Sírio Ortodoxo de Antioquia e de todo Oriente, também centrou sua intervenção no ecumenismo e apresentou uma nova sugestão ao Papa: “separar a comunhão da autoridade”.

Desta modo, toda a Igreja entre em uma comunhão única e a unidade na fé volta a se converter no que era antes da época das divisões, disse o metropolitano ortodoxo.

Ele pediu um compromisso por parte do Sínodo para tentar unificar a data da festa da Páscoa, que os católicos vivem segundo um calendário diferente dos cristãos orientais.

“Os cristãos esperam com impaciência ver sua própria unidade representada por este símbolo”. E perguntou: “este sínodo venerável tomará a decisão de unificar a festa da Páscoa?” “Este pode ser o primeiro passo para a tão desejada unidade cristã”, disse.

Diálogo ecumênico
O bispo Armash Nalbandian, de Damasco, primaz da Síria do Patriarcado Supremo e Catholicosado de todos os Armênios, confessou: "temos a profunda esperança de que esta assembleia especial do Sínodo nos ofereça novas oportunidades para encontrar novos caminhos de diálogo ecumênico, cooperação e testemunho da mensagem do Evangelho”.

“Esperamos desta assembleia uma reorganização das Igrejas católicas e uma renovação do testemunho de fé. Mas a missão, assim como a existência das Igrejas católicas, pode ser ou deve ser entendida só em comunhão ecumênica e unidade com as demais Igrejas da região”, indicou.

O primeiro a tomar a palavra foi o metropolitano ortodoxo Makarios Tillyridis, do Quênia. Ele enfatizou a urgência do amor “pela unidade e de trabalhar juntas todas as Igrejas cristãs no Oriente Médio”.

Primado do Papa
O metropolitano greco-ortodoxo Georges Khodre, de Byblos, Botrys e Monte Líbano, pediu à Igreja católica que esclareça a relação entre a Eucaristia e a comunhão com o Papa.

“A menção do bispo de Roma na liturgia, fora de sua própria diocese, introduz a ideia de uma Igreja universal”, afirmou. “Este termo introduz uma noção numérica, espacial, sociológica, enquanto que a Igreja católica se constitui ela própria localmente antes de tudo pelo Senhor como seu Corpo”.

Por isso, considerou que “com a menção do Papa de Roma nas liturgias orientais, está-se convidando as Igrejas a uma prática que o Oriente nunca conheceu”.

O metropolitano Mar Gewargis Sliwa, de Bagdá e Iraque, do Patriarcado da Igreja assíria do Oriente, converteu-se em porta-voz dos sofrimentos dos cristãos de seu país. Ele pediu uma ação coordenada dos cristãos “para chamar as organizações internacionais humanitárias e políticas a proteger o povo iraquiano desta destruição e criar condições que permitam a existência dos cristãos nesse país”.

CIDADE DO VATICANO, sábado, 16 de outubro de 2010 (ZENIT.org)

Igreja do Oriente Médio: abrir-se às novas comunidades

O presidente do Conselho Pontifício para os Leigos, cardeal Stanislaw Rylko, convidou as Igrejas orientais a se abrir aos movimentos eclesiais e às novas comunidades, num mundo marcado por uma “secularização generalizada”.

Durante os trabalhos da assembleia do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio, o purpurado destacou a necessidade de “formar identidades cristãs firmes e convictas, de despertar a audácia de uma presença visível e incisiva de fiéis leigos com a vida pública”.

Em referência ao nascimento, após o Concílio Vaticano II, de numerosos movimentos eclesiais e novas comunidades, “um verdadeiro dom do Espírito Santo” – afirmou –, é desejável que as Igrejas do Oriente Médio se abram a essas comunidade “com confiança”.

“Não devemos ter medo desta novidade no que se refere ao método e ao estilo do anúncio: trata-se de uma ‘provocação’ saudável, que ajuda a sair da rotina pastoral” que “coloca em risco nossa missão”.

“O futuro da Igreja nesta região do mundo depende precisamente de nossa capacidade de estar docilmente à escuta do que o Espírito diz à Igreja hoje, também através dessas novas realidades agluninadoras.”

Movimentos chamados à missão
Durante as intervenções conciliares das diversas congregações do sínodo, vários padres conciliares reconheceram o papel que os novos movimentos estão tendo na vida das comunidades locais.

Em referência a esses movimentos da Igreja, o arcebispo de Tiro dos grego-melquitas (Líbano), Dom Georges Bacouni, considerou que não são só “uma nova vitalidade para a oração e a vida evangélica”.

São mais: “uma capacidade inspiradora para numerosos homens e mulheres para permanecer em seus países como missionários e servir a suas Igrejas locais com zelo e obediência”.

Convidando a alentar estas iniciativas, afirmou que é “crucial – inclusive vital – para os bispos e o clero darem-se conta de que estes novos movimentos trabalham ‘na’ e ‘para’ a Igreja e que sua contribuição não é uma ameaça, mas um enriquecimento aos esforços da Igreja para catequizar os fiéis e preservar uma presença cristã no Oriente Médio”.

CIDADE DO VATICANO, sábado, 16 de outubro de 2010 (ZENIT.org)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

COMEÇOU HOJE A XV SEMANA CHEVALIER

Com uma celebração da eucaristia às 19h de hoje na Capela do Seminário Pe. Júlio Chevalier, aqui em São Luís-MA, presidida pelo Pe. João Crisóstomo,mSC, iniciamos a XV SEMANA CHEVALIER refletindo a temática: "MSC:100 anos de missão no Brasil".

Com a participação dos seminaristas e vocacionados vindos do Ceará(Luís Cláudio e Luís Neto, ambos de Fortaleza) e Richardson, Rafael e Kennedy(vindos da Paróquia de Sta. Helena -MA).


Estamos no aguardo dos seguintes vocacionados:
1. Alexandre Gaspar - Maranguape(CE)
2. David Oliveira - Fortaleza(CE)
3. Elson - Santa Helena(MA)
4. Evanilson - Sergipe

5. Evaniel - São Luís(MA)

P.S.: Todos os dias postaremos aqui notícias e momentos que estarão acontecendo nesta Semana de nosso fundador.

Oremos ao Senhor da messe para que estes dias sejam de frutificação na vida e um despertar vocacional inspirado em Pe. Chevalier no ardor missionário.

Universitários são chamados a ‘lançarem suas redes’ na evangelização pela internet

O dia 11 marcou o encerramento do 1º Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos (EBRUC), que aconteceu no campus Betim, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. O evento que começou no dia 9, com a acolhida aos mais de 200 participantes, se encerrou com uma celebração de envio, no auditório central do campus.

O 1º Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos teve como objetivo “conectar” as várias expressões de seguimento cristão presentes no meio universitário, em um encontro que reuniu a juventude para refletir sobre a ação evangelizadora no meio acadêmico.

O EBRUC foi promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organizado pelo Setor Universidades com parceria da PUC-MG. O tema do encontro foi “Presença e registros dos universitários: linguagens, caminhos, profissões e identidade” e o lema: “Conectando vida na tela do saber”.

Segundo o bispo referencial do Setor Universidades da CNBB e arcebispo de Sorocaba (SP), dom Eduardo Benes, “a juventude universitária espera receber o anúncio de Jesus Cristo, e nada melhor do que o próprio universitário para evangelizar o meio onde atua”.

Participaram do evento o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha; o bispo referencial do Setor Universidades da CNBB, dom Eduardo Benes, o arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo; o reitor da PUC-MG, dom Joaquim Giovani Mol Guimarães; o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbelo; a assessora nacional dos Setor Universidades da CNBB, irmã Maria Eugênia Llori Aguado; o coordenador nacional da Associação Nacional de Educação Católica (ANEC), irmão Adriano Brollo e o assessor nacional do Setor Juventude da CNBB, padre Carlos Sávio.

O presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, lembrou os participantes da mensagem escrita pelo papa Bento XVI por ocasião do 44º Dia Mundial das Comunicações. “A mensagem do Papa chegou as Igrejas como um pedido para que ‘lancemos as redes em águas mais profundas’, ou seja, evangelizem pela internet. Esse é um dos propósitos deste encontro com universitários cristãos. Então lancem suas redes e evangelizem”, disse.

No âmbito do encontro, os jovens estudantes tiveram a oportunidade de participar de dinâmicas, oficina, palestras, debates, reflexões, momentos culturais e celebrações.

Durante um dos momentos de oração, o arcebispo de Belo Horizonte reiterou a grande alegria da realização do 1º EBRUC em Minas Gerais. "A força dos valores que sustentam a cidadania está em Cristo. A fonte inesgotável dos valores está em Cristo". Dom Walmor pediu aos jovens que sejam alavancas na evangelização em suas comunidades, que multipliquem com seus exemplos de fé o anúncio de Jesus. "É preciso ousar mais, ter coragem de dar testemunhos."

Segundo a organizadora do encontro e assessora do Setor Universidades da CNBB, irmã Maria Eugênia Llori Aguado, o intuito do encontro foi valorizar a juventude enquanto “rosto” jovem da Igreja e da humanidade. “Além disso, queríamos motivar a juventude cristã brasileira a participar da Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá em Madri (Espanha), em 2011. Também, dar visibilidade às iniciativas de pastoral/evangelização existentes nas universidades na busca de uma caminhada conjunta, apoiando-nos mutuamente e somando esforços”.