"Quando Deus quer uma obra, os obstáculos são meios" (Pe. Júlio Chevalier, mSC)







sábado, 27 de novembro de 2010

IMAGEM PEREGRINA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO VISITA NOSSO SEMINÁRIO

Na última quinta, dia 25 de novembro, nosso Seminário recebeu festivamente a imagem peregrina de N. Sra. da Conceição, padroeira do Santuário da Conceição localizado no bairro Monte Castelo em são Luís-MA.
A abertura do festejo aconteceu no dia 08 de novembro no próprio Santuário com missas em horário distribuidos durante todo o dia. Já a peregrinação nas familias que começou no dia 08 estará acontecendo até amanhã, dia 28.
A visita em nosso Seminário foi marcada por uma celebração eucarística presidida reitor-formador, Pe. Francisco Tarcísio,mSC e concelebrada pelo ex-formador do Seminário e atual Secretário-geral da Congregação MSC em Roma, Pe. Luís Carlos,mSC que atualmente está passando férias em sua terra natal. A leitura bíblica que norteou a temática: "Maria, olhar que evangeliza", foi a do Evangelho de João 17, 17-26. Teve também a participação das pessoas dos grupos de rua do entorno do Seminário, das comunidades onde os seminaristas dedicam-se nas pastorais, amigos e vizinhos, bem como o grupo das Senhoras Amigas da Paróquia São Cristóvão(onde está localizado nosso Seminário).
Ressaltamos as presenças das Irmãs da Congregação da Caridade de Montreal, entre elas: Irmã Santinha, Irmã Vivi, a aspirante Cíntia Assunção, as vocacionadas Amanda e Alana e o jovem Ivan que fazem parte da comunidade da Aurora. Também a senhora Maria do Céu (avó de Cíntia), douçura de pessoa e fiel devota de N. Sra. Nossa gratidão à todas/os, que nos proporcionaram a visita da mãe Imaculada para sermos uma Igreja discipula e missionária.
Na capital maranhense, já é tradição a imagem passar por órgãos públicos e residências de São Luís, como preparação para a novena do Festejo do Santuário Nossa Senhora da Conceição, que acontece de 29 de novembro a 7 de dezembro, véspera do Dia de Nossa Senhora da Conceição (8/12), quando encerra o festejo.
Veja a programação:

Dia 8 de novembro
12h - Abertura, com missa especial

Dia 21 de novembro
17h - Romaria, saindo da Igreja dos Remédios

Dias 29 de novembro a 7 de dezembro
Novenas e missas às 6h30 (domingo às 7h), 12h, 17h30, 19h30.

Dia 8 de dezembro
5h - Alvorada
10h30 - Batizados
Missas - 6h, 7h30, 9h, 12h, 16h, 17h, 19h
17h - Missa campal no Aterro do Bacanga

Confira a programação e outras informações do festejo da Virgem Imaculada no blog oficial, acessando: http://festejodaconceicao.blogspot.com ou pelo fone: (98) 3312-2553.
Glaubércio Valentim - Aspirante MSC

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Igreja Católica sobe para 2º lugar no ranking de instituições mais confiáveis

Uma pesquisa que aponta o Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), feita pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), revela que a Igreja Católica está em 2º lugar no ranking de confiança das instituições. Com 54%, ela fica atrás apenas das Forças Armadas, que têm 66%.

Antes a Igreja ocupava a 7ª posição, com 34%. Houve, portanto, um aumento de 60% no terceiro trimestre deste ano em comparação com os três meses anteriores.

"A Igreja só perde para as Forças Armadas e ganha de longe do governo federal e, inclusive, das emissoras de TV que normalmente são instituições consideradas confiáveis pela população", disse a professora da Direito GV e coordenadora do ICJ Brasil Luciana Gross Cunha.

O ICJ Brasil foi criado pela Escola de Direito da FGV para verificar o grau de confiança no Judiciário e como a população utiliza o poder para a reivindicação de direitos e busca por soluções. Nesta pesquisa o Judiciário aparece em 8º lugar com 33%.

Outras instituições tiveram o seguinte resultado: Grandes Empresas (44%); Emissoras de TV (44%); Governo Federal (41%); Imprensa escrita (41%), Polícia (33%); Congresso Nacional (20%) e os partidos políticos (8%).
Fonte: CNBB

CAMPANHA DA EVANGELIZAÇÃO COMEÇA DOMINGO - 1º DO ADVENTO

Em Cristo somos novas criaturas”. Este é o lema da Campanha para a Evangelização (CE) que começa no próximo domingo, 21, em todas as dioceses do Brasil. Aprovada pela 35ª Assembleia Geral da CNBB em 1997, a Campanha tem como objetivo arrecadar fundos para a sustentação do trabalho de evangelização da Igreja no Brasil.

A CE é realizada durante o advento e termina no dia 12 de dezembro. Nas celebrações deste dia é feita uma coleta em todas as paróquias e comunidades eclesiais.

“A Campanha para a evangelização, além de estar em perfeita harmonia com o espírito do tempo do Advento, também tem a finalidade de angariar fundos que garantam a continuidade da obra evangelizadora em nosso país”, explica o presidente da Comissão da CNBB responsável pela Campanha, dom Raymundo Damasceno Assis.

“Com o resultado da coleta nacional para a evangelização, não só realizamos a manutenção da CNBB nacional e regional e a realização de seus trabalhos, como também financiamos projetos evangelizadores em todo o território nacional”, acrescenta dom Damasceno.

Com o tema “Encarnação e nova criação”, a Campanha deste ano traz como uma das novidades um texto-base que aprofunda o lema “Em Cristo somos nova criatura”. O texto dá, também, orientações para a organização e animação da Campanha nas dioceses e paróquias.

Segundo o texto-base, ao propor este tema e lema, que estão em sintonia com a Campanha da Fraternidade do próximo ano, a Campanha visa “despertar nos fiéis a relação entre fé e vida, através da conscientização sobre a responsabilidade diante da vida no planeta como elemento essencial para a realização do trabalho evangelizador a fim de que, pela palavra, pela ação e pela doação pessoal e material, todos contribuam de maneira mais efetiva para a ação evangelizadora da Igreja”.

Doações pelo serviço 0500
Pela primeira vez, a Campanha para a Evangelização vai receber doações também por telefone. A CNBB contratou um serviço 0500, que receberá doações a partir de domingo, 21, até o dia 12 de dezembro. Os doadores poderão ofertar 5, 10 ou 15 reais discando, discando, respectivamente, os números 0500-2512-005; 0500-2512-010 ou 0500-2512-015.

Outra opção será através de boleto bancário emitido via internet. Na página eletrônica da CNBB foi criado o link http://www.cnbb.org.br/evangelizar/para este serviço, cujo acesso só poderá ser feito a partir do próximo domingo. Há, ainda, a opção de fazer depósito diretamente no banco, na conta 9-0, da Agência 2220, Operação 003, da Caixa Econômica Federal, em nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

A coleta da Campanha para a Evangelização é distribuída da seguinte maneira: 45% ficam na própria diocese; 20% vão para o Regional da CNBB e 35% se destinam à CNBB.
Fonte: CNBB

“Critério de grandeza não é o domínio, mas o serviço”, diz Bento XVI aos novos cardeais

O papa Bento XVI criou 24 novos cardeais durante uma cerimônia que presidiu, neste sábado, 20, na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Entre os novos cardeais está o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam), dom Raymundo Damasceno Assis, ex-secretário geral da CNBB.

Após a saudação litúrgica o papa leu a fórmula de criação dos purpurados e proclamou solenemente os nomes dos novos cardeais, para os unir com “um vínculo mais estreito à Sé de Pedro”, tornando-se membros do clero de Roma. O cardeal Angelo Amato saudou Bento XVI em nome de todos.

Em sua homilia, o papa recordou que o estilo de vida de Jesus, que não veio para ser servido, mas para servir, deve estar na base das novas relações no interior da comunidade cristã e de uma nova maneira de exercer a autoridade.“O Filho do homem, que veio para servir, sintetizando assim a sua missão sobre a categoria do serviço, compreendida não no sentido genérico, mas naquele concreto da Cruz, na doação total da vida como redenção para muitos, e o indica como condição para o seguir”, disse o papa.

Segundo o papa, o olhar vai para o comportamento que correm o risco de assumir aqueles que são considerados os governantes das nações: “dominar e oprimir”. “Porém na Igreja não é assim, existe um estilo diferente: é uma mensagem que vale para os Apóstolos, vale para a Igreja inteira, vale sobretudo para aqueles que têm tarefas de guia do Povo de Deus”, ressaltou Bento XVI.

Terminada a homilia, os novos cardeais fizeram a profissão de fé e o juramento de fidelidade e obediência ao Papa e seus sucessores, “a Cristo e o seu Evangelho”. Bento XVI impôs sobre cada um deles o barrete cardinalício e pronunciou a fórmula "vermelho como sinal da dignidade do cardinalato, significando que deveis estar prontos a comportar-vos com fortaleza, até à efusão do sangue, pelo aumento da fé cristã, pela paz e a tranquilidade do povo de Deus e pela liberdade e a difusão da Santa Igreja Romana".

O papa confiou a cada cardeal uma igreja de Roma (título ou diaconia), simbolizando a participação na solicitude pastoral do papa na cidade, e a bula de criação cardinalícia. Um abraço de paz encerrou este momento. O rito conclui-se com a recitação do Pai-Nosso e a bênção final.


Fonte: CNBB/RV

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

VATICANO: Ser Santos para comunicar o Evangelho com a própria vida, exorta o Papa Bento XVI

Na audiência concedida aos participantes do Pontifício Conselho para a Cultura que celebram sua assembléia plenária sob o lema "Cultura da comunicação e novas linguagens", o Papa Bento XVI ressaltou que "necessitamos homens e mulheres que falem com sua vida, que saibam comunicar o Evangelho, com claridade e coragem, com a transparência das ações, com a paixão alegre da caridade".

Em seu discurso o Santo Padre assinalou que "falar de comunicação e linguagem significa, de fato, não só tocar um dos pontos cruciais de nosso mundo e suas culturas; mas sim para nós os crentes significa aproximar-se do mistério mesmo de Deus que, em sua bondade e sabedoria, quis revelar-se e manifestar sua vontade aos homens. Em Cristo, Deus se revelou a nós como o Logos, que nos comunica e interpela, pondo as bases que fundam nossa identidade e dignidade de pessoas humanas, amadas como filhos do único Pai".

Com esta assembléia plenária, continuou o Papa, este Pontifício Conselho procura novas formas de anunciar o Evangelho, em atenta escuta do mundo globalizado que vive uma transformação cultural, com novas linguagens e novas formas de comunicação que geram novos e problemáticos modelos antropológicos.

Neste contexto, prossegue, os Bispos e fiéis advertem com preocupação algumas dificuldades na comunicação da mensagem evangélica e na transmissão da fé "ao interior da mesma comunidade eclesiástica". Este problema, acrescenta o Papa, faz-se maior quando a "Igreja se dirige aos homens e mulheres afastados ou indiferentes a uma experiência de fé, a quem a mensagem evangélica alcança de uma maneira pouco eficaz e convincente". Ante eles a Igreja não permanece indiferente mas busca novos modos de anúncio, novas formas de comunicação.

Depois de advertir que a incapacidade da linguagem para comunicar o sentido profundo e a beleza da experiência de fé "pode contribuir à indiferença de tantos, sobre tudo jovens" e pode "converter-se em motivo de afastamento", Bento XVI ressaltou que a Igreja "quer dialogar com todos, na busca da verdade, mas para que o diálogo e a comunicação sejam eficazes e fecundos é necessário sintonizar uma mesma freqüência, em âmbitos de encontro amigáveis e sinceros, naquele ideal ‘Pátio de gentis que tenho proposto" e que este dicastério procura apresentar na cultura européia.

"Hoje não poucos jovens, aturdidos pelas infinitas possibilidades oferecidas pelas redes informáticas ou outras tecnologias, estabelecem formas de comunicação que não contribuem ao crescimento humano, mas que podem gerar o sentido de solidão. Diante de tais fenômenos, falei que uma emergência educativa, um desafio ao qual se pode e se deve responder com inteligência criativa, esforçando-se em promover uma comunicação humanizante que estimule o sentido crítico e a capacidade de valoração e discernimento".O Papa ressaltou logo a infinita capacidade da liturgia e seu extraordinário patrimônio de símbolos, imagens ritos e gestos e sua tradição; para avançar nesta comunicação, "até tocar profundamente a consciência humana, o coração e o intelecto. A tradição cristã, então, sempre anexou à liturgia a linguagem da arte, cuja beleza tem uma particular força comunicativa".

Exemplo desta força, prosseguiu, foi visto no fim de semana passado em Barcelona na agora Basílica da Sagrada Família, obra do arquiteto Antonio Gaudí, onde se "conjugam genialmente o sentido do sagrado e a liturgia com formas artísticas tanto modernas como em sintonia com as melhores tradições arquitetônicas".

Entretanto, precisou o Papa Bento XVI, mais incisiva que a arte e as imagens na comunicação da mensagem evangélica "é a beleza da vida cristã. Ao final, só o amor é digno de fé e resulta acreditável. A vida dos Santos, dos mártires, mostra uma singular beleza que fascina e atrai, porque uma vida cristã vivida em plenitude fala sem palavras. Necessitamos homens e mulheres que falem com sua vida, que saibam comunicar o Evangelho, com claridade e coragem, com a transparência das ações, com a paixão alegre da caridade".

Finalmente o Papa recordou sua peregrinação ao Santiago da Compostela e ressaltou a alegria autêntica que experimentam quem caminha para a verdade e a beleza, ao encontro com Deus, como fizeram em seu momento os discípulos de Emaús vivendo a experiência do ardor no coração ao reconhecer a voz do Senhor.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Publicada a Exortação Pós-Sinodal sobre a Palavra de Deus.

Após dois anos do sínodo sobre a Palavra de Deus, realizado em Roma de 5 a 26 de outubro de 2008, foi publicada a Exortação Pós-Sinodal Verbum Dei. Assinada pelo papa Bento XVI no dia 30 de setembro deste ano, dia de São Jerônimo, a Exortação foi divulgada nesta quinta-feira, 11, pela Santa Sé.

O novo documento, com 208 páginas, consta de três partes, além de uma introdução e uma conclusão. A primeira parte fala sobre a Palavra de Deus (Verbum Dei); a segunda discorre sobre a Palavra na Igreja (Verbum in Ecclesia) e a última trata da Palavra no mundo (Verbum mundo).


Fonte: Vaticano

Lançado CD do Hino da CF-2011

A gravadora Paulus acaba de lançar o CD com o Hino da Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta”, e os cantos quaresmais para o Ano A (2011). O trabalho traz o hino da CF e o repertório quaresmal correspondente a cada ano. As livrarias católicas de todo o país venderão o CD que acompanha o material da CF-2011.

De acordo com o assessor de música litúrgica da CNBB, padre José Carlos Sala, o hino poder ser executado em algum momento mais adequado da celebração, a critério da equipe de celebração e de quem preside. “O hino poderá ser executado, por exemplo, em algum momento da homilia, o que facilitará a vinculação da liturgia da palavra com a vida (tema da CF) – ou nos ritos finais, no momento do envio”, disse o assessor.

A obra
O CD está enriquecido com mais oito faixas inéditas para as celebrações quaresmais do ano A, além de outros cantos do Hinário Litúrgico da CNBB.

A letra do hino suscita uma profunda reflexão sobre a sustentabilidade da vida no planeta e faz veemente convite para cuidar da vida: “Nossa mãe terra, Senhor, geme de dor noite e dia. Será de parto esta dor ou simplesmente agonia? Vai depender só de nós...” (refrão do hino).

Padre Sala ressalta que vale lembrar que o lecionário dominical – embora trazendo nos dois primeiros domingos dos anos A, B e C o mesmo conteúdo evangélico (Deserto e Transfiguração de Jesus) – propõe três diferentes “itinerários” quaresmais: No ano A, os evangelhos estão intimamente relacionados com a temática do batismo (“Samaritana”, “Cego de nascença” e “Ressurreição de Lázaro”). No ano B, o acento recai sobre a pessoa de Jesus Cristo (“Expulsão dos vendilhões”, “Encontro com Nicodemos”, “O grão caído na terra”). Por fim, no ano C, a penitência e a conversão aparecem bem evidenciados (cf. parábolas da “Figueira estéril”, do “Filho pródigo” e o episódio da a “Mulher pecadora”).

“De acordo com suas potencialidades, as equipes de canto e música escolherão o melhor meio para apropriar-se desse rico repertório quaresmal que aparece no CD e ajudar os fiéis na assimilação dos cantos próprios deste tempo”, completa o assessor.
Fonte:CNBB